Daniel Drexler lança a sensível e linda “La Letra Del Alma”.

Sobre o single e sua inspiração, Drexler conta “É uma música biográfica, sobre o momento em que a relação de casal entra em um loop de discussões sem fim. Quando os argumentos racionais começam a perder o sentido e nenhum dos dois encontra uma maneira coerente de falar o que está sentindo. É uma música sobre aquele momento que é melhor ficar calado e tentar escutar o que os olhos tem para falar”.

A canção ganhou um clipe simples, mas belo e com qualidade cinematográfica, que mostra o artista interpretando o tema acompanhado de backing vocals incríveis numa atmosfera bem intimista. A direção é de René Goya.

Daniel fala como foi realizar o sonho de trabalhar com o diretor do vídeo. Segundo ele, “A experiência de gravar com René e sua equipe significou a possibilidade de agregar uma nova dimensão emocional à minha música. Sempre sonhei com a possibilidade de filmar um filme, de estar em um set de gravação com o diretor gritando: ação! Adorei a ideia de gravar tudo com uma única câmera montada sobre um dolly e com planos longos, com movimentos harmoniosos e com muitas transições de foco. Vivi os dias de preparação e gravação como se fosse um sonho transformado em realidade. Estou muito agradecido com a enorme quantidade de pessoas que participaram deste projeto e, sobretudo, feliz com o resultado que será entregue ao público”.

Já o diretor revela, “Esse encontro foi cheio de arte e criatividade. Partimos da concepção de gravar em um único local e explorar ao máximo as possibilidades de um cenário feito só de luz. Com a produção da Estação Filmes e nossos parceiros Lucas Cunha, fotografia, e Tiago Retamal, da arte, trabalhamos num conceito estético que traduzisse visualmente o clima das canções”.

A nova música faz parte do álbum “Aire” que será lançado ainda este ano, é mais do que um disco, é um projeto audiovisual. As músicas foram gravadas no Uruguai com a produção de Fede Wolf e os vídeos gravados no Brasil com uma equipe de cinema com a direção de René Goya.