Falando sobre diversos temas, inclusive sua nova linha de cosméticos Harry Styles, é capa da revista britânica Dazed.

O ensaio fotográfico incrível de Dazed, foi feito pelas lentes do fotógrafo Rafael Pavarotti. Para Constituíram os look is usados por Harry Styles foram usadas roupas e acessórios de marcas como Rick Owens, Galliano, Comme des Garçons e Swarovski.

A linha criada pelo cantor leva o nome de Pleasing (agradável) e pra publicação, ele revelou que já tinha essa ideia há um tempo, e que conversou com Molly Hawkins, diretora de criação da marca, para poder pôr em prática o sonho de lançar a linha.

Foto: Rafael Pavarotti

Styles também revelou que os primeiros produtos a serem lançados serão esmaltes e essa decisão veio após ele se inspirar em cores de papéis e flores, que ele via e pensava “quero colocar isso nas minhas unhas”.

“Foi um pequeno projeto divertido, mas durante a pandemia, e quando finalmente o chamamos de ‘Pleasing’, parecia como se fosse muito mais do que esmalte de unha. Sempre descobri que os momentos felizes da vida, são aqueles pequenos detalhes, seja, o fim da noite sob as estrelas ou uma mordida na comida, ou sentar com seus amigos pensando ‘Oh, eu nunca vou esquecer isso’. São sempre aqueles momentos que eu acho que têm o efeito mais duradouro em mim, em termos de despertar algo maravilhoso em mim. Eu realmente acho que a essência de Pleasing é encontrar aqueles pequenos momentos de alegria e mostrá-los às pessoas”, contou o cantor.

E ainda sobre a marca, ele disse “Acho que o verdadeiro DNA de Pleasing é trabalhar trazer a tona várias pessoas talentosas que não tinham tanto destaque antes. Como humanos, estamos sempre mudando, estamos sempre aprendendo coisas novas e não sei por que uma empresa não pode operar desse mesmo tipo de ponto de vista”.

Foto: Rafael Pavarotti

Os produtos de Styles serão apresentados em publicidades a com muita diversidade, apresentando modelos mais velhas, homens usando maquiagem e modelos com algum tipo de deficiência.

Muitos fãs e parte da mídia consideram o artista como um ícone fashion. Sobre isso o astro contou, “É engraçado porque não me considero assim, mas reunir as pessoas é o que mais me orgulho. Nos shows, eu consigo uma espécie de assento na primeira fila para ver um monte de pessoas entrando em lugar em que podem ser elas mesmas. Não vindo para a frente do palco, porque eles estão saindo na parte de trás, dançando como se ninguém estivesse olhando. Ter a versão mais básica de um bom tempo. Pessoas interagindo e aceitando uns aos outros. Um show repleto de pessoas que se amam é muito poderoso”.

Foto: Rafael Pavarotti

O segundo álbum de Harry, “Fine Line” (2019), ganhou platina dupla nos EUA e lhe rendeu prêmios Grammy, Brit e Ivor Novello, ficando pela Rolling Stone, entre seus 500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos. O artista refletiu sobre esses feitos, “Acho que as coisas estão me atingindo pela primeira vez. Realmente é a primeira oportunidade em que senti que tive tempo de apreciar, desde que saí de casa, para ser honesto. Então, daqui para frente, eu só vou absorver as coisas enquanto elas estão acontecendo, algumas dessas coisas são legais, como algumas dessas coisas não são legais, e vou observá-las. Quando voltarmos a alguma aparência de normalidade, vou verificar com partes de mim mesmo e garantir que não me perca novamente e seja puxado de volta”.

No começo da carreira, Harry tinha um pouco de insegurança sobre as pessoas não gostarem de sua arte, mas isso com tempo passou. Com o fim dessa insegurança, ele chegou até a se arriscar no cinema no filme “Dunkirk” e logo protagonizará “Don’t Worry Darling”, dirigido pela namorada Olivia Wilde. “Gosto de me desafiar e fazer algo diferente e os filmes são, definitivamente, onde me sinto mais fora da minha zona de conforto.Venho de música onde não acho que alguém realmente saiba como funciona, mas estou um pouco na minha zona de conforto! Mas nos filmes, quando eu apareço, sou o cara novo. Faz muito tempo que não sou (ator) e isso é muito legal, sinto que aprendi muito e a vida é aprender”, revelou ele.

Foto: Rafael Pavarotti

O cantor, ainda fez um balanço sobre sua personalidade e essência. Segundo ele, “Às vezes sinto que deveria estar flutuando nessa nuvem de sucesso e felicidade e, obviamente, não é assim que funciona. Acho que através do meu próprio senso de jornada pessoal e profissional, estou percebendo que a felicidade não é esse tipo de estado final”.

Foto: Rafael Pavarotti
Foto: Rafael Pavarotti
Foto: Rafael Pavarotti
Foto: Rafael Pavarotti
Foto: Rafael Pavarotti