Em 1993, a coreógrafa Robin Antin criou uma trupe burlesca, que chamou a atenção de Rian Cair e Jimmy Lavine. Dois anos depois, esse grupo se transformou em conjunto musical e as integrantes foram escolhidas por audições.Assim nascia The Pussycat Dolls.

Foi em 2002, que a cantora Gwen Stefani após assistir as garotas se apresentarem e ter adorado, levou o presidente da Interscop Records para as conhecer. Depois disso, o sexteto feminino assinou com a gravadora.


Foi no dia 12 de Setembro de 2005, que o álbum de estreia do Pussycat Dolls foi lançado. “PCD” chegou explorando temas como o feminismo relacionamentos amorosos e sensualidade. O resultado foi 9 milhões de cópias vendidas no mundo inteiro, duas milhões apenas nos Estados Unidos.

O primeiro trabalho das garotas abre com “Don’t Cha”, uma canção sexy na medida certa e com muito empoderamento feminino que ganhou participação de Busta Rhymes e colocou todo mundo pra dançar. Simplesmente uma das faixas mais marcantes da primeira década dos anos 2000 na música mundial. Nos EUA, o sucesso foi tão grande que virou ringtone de celular e vendeu mais de um milhão de downloads.

O hit “Beep” contou com participação e produção de Will I Am, uma parceria que fez muito barulho ao juntar Pop e Hip Hop. A faixa se tornou uma das queridinhas dos fãs.




Não tenha quem nunca dançou e muito com “Wait A Minute”. Muito tocada nas rádios, uma das melhores do disco trás o gênio Timbaland como parceiro, uma música digna de verdadeiras divas pop. Divisões vocais muito bem dinâmicas das seis cantoras dão um toque todo especial.

O momento de maior emoção do disco, fica sem dúvida, com “Stickwitu”, que ficou na memória afetiva de tanta gente. Uma linda canção com modulações perfeitas que alcançou o Top 10 das paradas de sucesso de países como EUA, Brasil, Holanda, Austrália e Reino Unido.



E um dos maiores hits é “Buttons” com Snoop Dogg, que tem uma vibe toda especial com toques de rirmos árabe e uma sonoridade mais sofisticada. E muito empoderamento chega com “I Don’t Need A Man” que fala da mulher independente, batalhadora, com muita garra e que não abaixa a cabeça pra ninguém.

Destaque para “Hot Stuff” com toques de música eletrônica, para “Right Now” com uma sonoridade bem diferente que mistura batuques com blues e jazz, lembrando canções da Broadway, para a regravação de “Sway”, um clássico de 1954 (por Dean Martin) e para “Flirt” que trouxe as divisões mais iguais das seis vozes e que alguns anos depois ganhou uma versão em espanhol pela cantora Belinda, chamada “Noche Cool”.



Na época, o que chamou a atenção foi o diferencial do Pussycat Dolls, que é o fato de que, diferente de outros conjuntos femininos, há uma cantora principal que é acompanhada pelas demais nos vocais.

O disco de estreia de Pussycat Dolls trouxe a continuação da explosão dos anos 2000 de canções Pop com participações de artistas do Hip Hop. E muito bem produzido, ficou marcado pela harmonia perfeita entre as vozes de Nicole e as demais cantoras.

O grupo já mostrava para que veio, e começou a se consolidar como uma das maiores e melhores girlbands do planeta. Um dos discos mais emblemáticos da Música Pop Mundial.