CNCO presenteia os fãs, com “Xoxo”, o último e apaixonante álbum do grupo.

O projeto chega após os integrantes terem contado que o grupo vai se separar e que este é seu último trabalho e em seguida terá uma última tour. E eles capricharam nesta despedida, com um disco que mistura novos elementos musicais na sonoridade deles, com o Reggaeton que os consagrou.

Capa do álbum “Xoxo”

O disco, que é também o primeiro e único deles como quarteto, teve suas 11 faixas produzidas pelo monstro do Reggaeton, Wisin, também padrinho deles. E uma curiosidade. O álbum de despedida foi lançado no dia 26 de Agosto, pois foi exatamente nesta data, lá em 2016, que o primeiro álbum do CNCO, “Primera Cita”, foi lançado.

Para abrir o novo projeto os meninos escolheram a faixa “Malvada”, que começa mais lenta com bastante piano e Vai ficando mais encorpado com toques de pop e efeitos sonoros. Uma canção gostosa e swingada e que já te conquista na primeira audição.

O CNCO também escolheu duas participações especiais que trouxeram um toque todo especial ao projeto. Em “Plutón”, eles harmonizam suas vozes com a talentosa Kenia Os. Segundo o grupo esta faixa resume a seriedade emocional do amor. Nela eles também cumprem a promessa de usar novas sonoridades, ao trazerem Pop e uma introdução de Bossa Nova. Já o talentoso Beele, acompanha o quarteto no Reggaeton melódico e sensual, a deliciosa “Miami”.

Outro ponto bem forte do novo disco são as quatro primeiras músicas que tinham sido divulgadas. “Toa’ Lá Noche”, é um dos maiores hits da carreira do grupo e mistura Reggaeton com uma sonoridade Pop bem moderna e mostra toda evolução vocal do quarteto. O arranjo foi inspirado em músicas que os garotos ouviram em uma viagem a Porto Rico.

“Party, Humo, Alcohol”, não deixa ninguém parado e é perfeita para ouvir numa festa cheia de amigos. Uma música pop sem nenhum resquício de Reggaeton, mostrando que o grupo realmente se aventurou e saiu de sua zona de conforto. Já “La Equivocada” é uma baladinha com toque de Reggaeton e segundo o CNCO, é “um hino para todos os que já se apaixonaram por uma pessoa equivocada, e terminaram com os corações partidos”. Inclusive esta faixa também ganhou uma versão com a participação de Adriel Favela, em uma roupagem com a cara do México ao trazer o Rancheiro, um ritmo famoso por lá.

Uma das músicas da carreira deles, com os vocais mais poderosos e melhor divididos e harmonizados, esta neste álbum. Falo de “No Apagues La Luz”, que é uma das melhores do álbum e tem uma sonoridade bem pop, em um arranjo dinâmico, moderno e com uma pitada leve de R&B.

Um pouco antes do lançamento deste álbum, assim que Joel saiu do grupo, Zabdiel comentou “Temos trabalhado tão duro em novas músicas, descobrindo essa nova dinâmica, desde que somos quatro agora. Está sendo legal, porque, de certa forma, há mais espaço para nós quatro crescermos e para nossos fãs conhecerem melhor nossos estilos pessoais”. E realmente ao ouvirmos este disco conseguimos perceber exatamente isto, que ele contou naquela ocasião.

Para se despedir de seu público, o CNCO chegou mostrando que estão mais maduros do que nunca, sem medo de arriscar novas sonoridades e com os vocais ainda mais harmônicos. O quarteto também soube muito bem utilizar, todas as sonoridades que não estavam acostumados, e o melhor, sem perder a essência deles.

Neste último disco, Erick, Richard, Christopher e Zabdiel, souberam imprimir ainda mais a personalidade deles na sonoridade do grupo e mostraram que estão preparados para seguir em suas carreiras solo. Sem dúvida, o CNCO está fechando esse ciclo com chave de ouro e deixando um legado que jamais será esquecido, além de terem sido um dos maiores fenômenos da música latina nos últimos anos. Uma bela e deliciosa despedida!

– Escolha sua plataforma preferida e escute o álbum de despedida de CNCO: https://cnco.lnk.to/XOXO.