Victor Sparapane Retorna À Globo

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Victor Sparapane retorna à Globo, como protagonista de “Icônica” e reforça nova fase da série vertical no Brasil.

Após protagonizar um dos maiores fenômenos brasileiros das séries verticais, Victor está de volta à emissora depois de nove anos para viver Giovani Barreto em “Icônica: de Faxineira à Fashionista”, nova produção Original do Globoplay que estreou dia 19. Na trama, o artista interpreta o CEO da “Icônica”, marca ligada ao universo da moda e do luxo. Mais do que um empresário poderoso, Giovani é um homem que enxerga valor nas pessoas através da autenticidade, do talento, das atitudes e das virtudes. Seu caminho se cruza com o de Jussara, personagem de Aline Dias, em uma história que mistura romance, transformação pessoal, criatividade, ambição e disputa de poder.

O projeto marca não apenas o retorno do ator à TV Globo, mas também um momento importante da expansão da dramaturgia vertical no nosso país, formato que vem transformando o consumo audiovisual ao redor do mundo. Em 2025, Victor protagonizou “A Vida Secreta Do Meu Marido Bilionário”, fenômeno da plataforma ‘ReelShort’ que ultrapassou 500 milhões de visualizações e ajudou a consolidar o interesse do mercado brasileiro pelo formato mobile. O movimento acompanha uma tendência global: segundo dados publicados pela revista Veja, o mercado de séries verticais movimentou cerca de US$ 11 bilhões em 2025, com projeção de alcançar US$ 14 bilhões em 2026.

Para Victor Sparapane, o formato representa uma nova linguagem narrativa conectada ao comportamento atual do público: “Eu não vejo o vertical como uma dramaturgia menor, vejo como uma dramaturgia móvel. É uma história pensada para o tempo real das pessoas: para quem está no metrô, no ônibus, no transporte por aplicativo, no intervalo do trabalho ou entre uma tarefa e outra. A tela mudou, o tempo mudou, o hábito de consumo mudou, mas a necessidade de se emocionar com uma boa história continua exatamente a mesma”, afirma ele.

O ator também acredita que o preconceito inicial em torno do formato tende a desaparecer à medida em que o mercado compreende a potência da linguagem. Segundo Sparapane, “Às vezes chamam de ‘novelinha’, mas talvez seja mais justo chamar de dramaturgia de bolso, dramaturgia de trajeto ou dramaturgia mobile. Não é menor, ela só entendeu onde o público está!”. Dentro de “Icônica”, a moda aparece não apenas como estética, mas como elemento simbólico de identidade, ascensão e reconhecimento. E ele completa, “Icônica fala de moda, mas também fala de olhar. De como a gente reconhece valor em alguém. O Giovani tem poder, posição e controle, mas o mais interessante nele é a forma como ele passa a enxergar propósito, talento e verdade na Jussara”.

O retorno à Globo acontece em uma fase de consolidação artística e reposicionamento de carreira do ator, que iniciou sua trajetória em “Malhação” e construiu uma carreira entre televisão aberta, streaming e dramaturgia bíblica. “Voltar à Globo nesse momento tem um sabor especial. Eu venho de um projeto vertical que teve uma repercussão enorme, e agora retorno em outro formato vertical, dentro do Globoplay, com uma história que conversa com moda, romance, transformação e comportamento. É como se vários caminhos da minha trajetória começassem a se encontrar”, diz ele.

Com estética contemporânea, linguagem mobile e narrativa emocional, “Icônica: de Faxineira à Fashionista” reforça a entrada definitiva da dramaturgia vertical no radar do entretenimento brasileiro, aproximando televisão, streaming, moda, comportamento e consumo digital em um novo modelo de narrativa pensado para a dinâmica da vida contemporânea.


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