Umbral

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Novo álbum de Pete Mcee é um relato do “Umbral” e abre portas para a ascensão.

“Não vai chegar em Aruanda sem passar pelo Umbral”, rima Pete em seu novo disco. Após o lançamento de “Encruzilhada”, em 2024, o artista curitibano dá sequência com o segundo volume da trilogia de álbuns que ampliam a conexão entre a música e sua religiosidade.

Por definição, Umbral é um estado onde se encontram espíritos que carregam raiva, culpa, vícios ou mágoas mesmo após a morte. Pelo nome, o projeto de 16 faixas aborda um momento de depressão após uma série de conquistas na carreira de Pete Mcee.


“O Umbral é como se fosse um purgatório causado pela projeção da nossa mente. Eu tenho essa tese de que isso pode ser experienciado ainda em vida. Às vezes está tudo bem, mas a nossa cabeça não está boa e então ficamos cegos para tudo. O meu Umbral foi isso.”, explica Pete Mcee sobre o conceito por trás do lançamento.

“Não vai chegar em Aruanda sem passar pelo Umbral”, rima Pete em seu novo disco. Após o lançamento de “Encruzilhada”, em 2024, o artista curitibano dá sequência com o segundo volume da trilogia de álbuns que ampliam a conexão entre a música e sua religiosidade.

Por definição, Umbral é um estado onde se encontram espíritos que carregam raiva, culpa, vícios ou mágoas mesmo após a morte. Pelo nome, o projeto de 16 faixas aborda um momento de depressão após uma série de conquistas na carreira de Pete Mcee.

“O Umbral é como se fosse um purgatório causado pela projeção da nossa mente. Eu tenho essa tese de que isso pode ser experienciado ainda em vida. Às vezes está tudo bem, mas a nossa cabeça não está boa e então ficamos cegos para tudo. O meu Umbral foi isso.”, explica Pete Mcee sobre o conceito por trás do lançamento.

Criado na Umbanda, Mcee é filho de uma médium com fortes relações com Exu do Lodo. Essa energia espiritual vinda direto do berço inspirou a criação de “Além da Cova”, faixa introdutória do álbum e composta em parceira com Lz das Sete, do projeto Ecos de Aruanda, como um ponto de Umbanda.

Ao longo das músicas, as letras e instrumentais guiam o ouvinte em uma tentativa de fuga, passando pelas experiências e contextos que dão ritmo à obra. Produzido por D’ Lucca, a sonoridade do disco foi dividida em dois estágios começando nas inseguranças da depressão até o surgimento de uma nova perspectiva.

Baseadas em experiências e acontecimentos vivenciados após o lançamento de “Encruzilhada”, as tracks trazem uma carga emocional com beats densos, lírica profunda e visual contrastado. Para somar a estética, o álbum conceitual teve a participação de nomes já conhecidos pelo público como NOG, Leal, Torya, Gigante No Mic, Matheus Coringa e Nina e Mell como nomes de Curitiba em ascensão.

“Nos isolamos eu, Skraba e D’Lucca para se concentrar totalmente na criação desse disco. Cada participação foi pensada, não só pela admiração que tenho por cada artista, mas também dentro de um contexto que faria sentido com a narrativa”, conta Pete sobre a produção e participações do projeto.

Se tratando de uma trilogia, a história que passa por “Encruzilhada” e “Umbral” terá a sua conclusão em “Aruanda”, ainda sem data de estreia. Fruto de 15 anos de estrada, a sequência marca um ponto de virada na carreira de Pete Mcee com a chegada no cenário nacional.

“Pete Mcee entrega uma obra de rara coragem e profundidade, transformando sua vivência espiritual e pessoal em arte. O disco é um processo de cura que, através de 15 anos de estrada, atinge um patamar de maturidade artística impecável. É essa honestidade brutal que coloca Pete na rota definitiva para conquistar o cenário nacional com autoridade e propósito”, ressalta Ian Bueno, diretor da Symphonic Brasil.

– Ouça o álbum em sua plataforma predileta : https://sym.ffm.to/umbral-.


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